Medo

Vou-me valer do facto que ninguém vai ler isto porque, na realidade a maior parte das pessoas não lê as legendas das fotos, e vou escrever.

Não estão a ler? 

 

Bom! Sendo assim, "aqui vai alho" vou então começar alegre e contente (mentira, cheia de medos, porque é que eu estou a fazer isto mesmo?).

Ando há muito tempo numa luta interior brutal (brutal é capaz de ser um bocado exagerado, vá uma luta grande, pronto isto anda-me a chatear), tenho vontade de começar a escrever textos sobre " o que mora aqui dentro " gostam da metáfora? Esmerei-me... Enfim, expor-me, coisa pouca. Mas tenho um medo terrível que me achem ridícula; que deixem de gostar de mim; que tirem o like da página; que digam: Olha-me esta parva; que os meus amigos pensem, o que é que esta foi fazer agora? De onde é que isto veio? Não vou continuar, mas confiem em mim, eu pensei em muito mais coisas que isto.

 

Resumindo e concluindo, só motivos bons para eu fazer isto (se ainda não me conhecem eu apresento-me, olá o meu nome é Cristina e adoro ironia, se isto continuar (oh meu deus aonde é que eu me vou meter, ganha juízo Cristina, pára enquanto podes), irão ver muito disto por aqui, ironia e um ou outro erro ortográfico e gramatical, as minhas professoras de português queixavam-se sempre que eu dava muito erros e as composições não eram famosas... vou ignorar o facto e prosseguir.)

 

Por isso ando a sabotar esta minha vontade, e fico quieta no meu canto, mas sempre com a cabeça a mil, a pensar no que gostava de dizer ou fazer, vocês são iguais?

 

É difícil expormo-nos e dizermos o que sentimos/queremos/somos realmente (digam que sim, para eu não me sentir sozinha), porque ficamos vulneráveis e expostos às criticas (as pessoas não vão gostar de nós e etc etc etc, e quer queiramos quer não, queremos todos ser aceites e validados).

 

Mas não sei se sabem o nosso pior crítico somos nós, não posso ter medo das criticas que me possam fazer, porque na realidade já eu as fiz todas a mim mesma, e quase sempre piores do que as criticas que possam vir de fora, e acreditem, a maior parte das vezes as pessoas estão-se a borrifar-se.

 

Eu nem quero imaginar as coisas que ficam por fazer e dizer, no fundo, andamos todos a escondermos-mos um pouco ( aqui eu queria mesmo era utilizar a palavra muito, mas decidi ser "querida"). E ficamos sem fazer/dizer o que queremos por medo...

 

No outro dia em conversa com uma amiga, ela confessou-me que achava que só ela sentia determinada coisa (relaxem, não vou contar tudo da minha vida), e ficou espantada quando eu lhe contei que sentia o mesmo, isso ressuscitou o bichinho de escrever estes textos, mostrar o que sinto para se calhar perceberem que não são os únicos e não terem vergonha de dizerem/fazerem as coisas, resumindo, vou dar o corpo ao manifesto, sejam meigos.

 

Não pretendo fazer textos perfeitos (mentira, eu pretender pretendia, mas não vou conseguir, ver referencia acima sobre opinião das minhas professoras de português) vou apenas escrever sobre o que eu sinto/acho, estão preparados? Eu não estou, vou fazer na mesma.

E pronto esta sou eu (cheia de medo), vou fazer diferente,

 

Se acabaram de ler o texto até ao fim, parabéns a mim, porque ganhei coragem e publiquei isto. 

Viste Cristina? Não custou assim tanto.

New blog post

Ideias Parvas

Às vezes apetece-me escrever, escrever? Logo eu que sou de imagens? 

Apetece-me passar para as letras o que antes passava para as imagens. 

De onde veio essa ideia? 

Começo a pensar o que quero escrever e logo sou inundada de palavras e pensamentos, desisto é um turbilhão grande demais para duas mãos, grande demais para mim. 

Ideia parva essa de começar a escrever.

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Crescemos - Para me lembrar

«Crescemos quando não perdemos a esperança,

quando não diminuímos a vontade, nem perdemos a fé.

 

Quando aceitamos a realidade e temos orgulho de vivê-la.

 

Quando aceitamos o nosso destino, mas temos garra para mudá-lo.

 

Quando aceitamos o que deixamos para trás, construindo o que vem pela frente e planeando o que está para vir.

 

Crescemos quando nos superamos, quando nos valorizamos.

 

Crescemos quando abrimos caminho, assimilamos experiências e semeamos raízes.

 

Crescemos quando impomos metas. Sem nos importarmos com comentários, nem julgamentos.

 

Crescemos quando enfrentamos o inverno mesmo que perca as folhas, colhemos flores mesmo que tenham espinhos e marcamos o caminho mesmo que se levante o pó.


Crescemos quando somos capazes de lidar com resíduos de ilusões.

 

Quando nos conseguimos elevar por amor. Quando nos conhecemos muito bem a nós mesmos, e quando damos à vida muito mais do que recebemos.»

 

Fernanda Mello

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Precisa de ajuda?

Hoje fui às compras.

Queria umas calças para treinar, os preços estão tão altos que desejei que um empregado da loja chegasse ao pé de mim e perguntasse : Precisa de ajuda? Eu iria responder: Sim, para pagar.

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20 amar

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Apega-te

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Pediu para entrar no meu coração

Fevereiro, vem me fazer feliz

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Grandes navios

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Leveza

Encarar a vida sem medo.

Sem prender a mágoa nem rancores.

Sem carregar dores passadas.

Caminhar com alegria.

Seguir em frente.

Viver um dia a cada dia.

Um momento a cada momento.

Com fé. Com confiança. Em paz


(não sei quem é o autor, mas é tão eu, neste momento)

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Recomeçar o blog (tentativa 9999999)

Olá, esta sou eu a Cristina.

Não me apetece escrever mais, (vá Cristina esforça-te).

E este é o meu blog com fotografias/textos/musicas/parvoíces/etc ,desconexas sobre o meu umbigo e tudo o resto ao redor dele

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Estar presente, é o melhor presente (etiqueta)

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Desiste, nunca vais adivinhar o que é (etiqueta)

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Não posso ser a mulher da sua vida, porque já sou a mulher da minha

texto retirado do site casalsemvergonha.com.br

 

E chega um dia em que a gente se pega apaixonado. Mais apaixonado do que nunca. Mais do que pelo Felipe, aquele menino gracinha do pré-primário, de cabelos cacheadinhos e olhos curiosos, inquietos, trapaceiros, de cigano oblíquo e dissimulado. Mais do que pelo Tobias, aquele cachorrinho feio, mas extremamente companheiro e dócil,que morreu quando a gente tinha uns oito ou nove anos e deixou no ar um luto que parecia que ia durar uma vida inteira. Mais do que pelas tardes de bolinho de chuva e chocolate quente na casa das amigas na época do ginásio, quando a gente largava os cadernos no sofá da sala e não queria sair do quarto nem com ameaça de bomba. Mais do que pelo oitavoanista jogador de basquete, que era o amor de onze entre dez meninas quando a gente tava na quinta série.

 

Chega o dia, enfim, em que a gente se apaixona de verdade. E que a gente percebe que é amor. Com direito a cafuné antes de dormir, beijo apaixonado logo depois de acordar e sentir saudade antes mesmo de ir embora. Com direito a um peito com encaixe perfeito para a nossa cabeça, um companheiro para os nem tão legais almoços de família e uma química que faz um beijo arrepiar até o pelo da canela. Tudo muito bem, tudo muito bom, tudo delícia cremosa. Até que, diante de tanta paz e de uma felicidade que beira o êxtase, uma armadilha fica iminente: a armadilha da possessão. Do “ele é só meu”. Do “ela nasceu pra mim”. Do “independente do que aconteça”. Do “para sempre”. Do “amor eterno”.

 

Hollywood, Manoel Carlos, os romances clássicos, a burrice e companhia limitada criaram na nossa cabeça um universo de fantasia onde ter um final feliz é o destino obrigatório de todo e qualquer ser humano ~do bem~, que paga suas contas, seus impostos e que faz carinho nos cachorrinhos de rua. E que ter um final feliz, por sua vez, está intimamente atrelado a ter alguém pra amar – que é, inclusive pra mim, a mais genuína e gratificante forma de felicidade, mas que, convenhamos, está longe de ser a única. E que se deus escreveu por aquelas famigeradas linhas tortas, não há o que tire ele de você. Nem incidentes, nem acidentes, nem o Papa. Nem a sua displicência ao conduzir uma relação. Nem o seu ciúme sufocante e doentio. Nem a sua falta de carinho. Afinal, ele é o homem da sua vida. Nasceu assim: etiquetado com o seu nome, como os cadernos da segunda série. Como uma propriedade sua.

 

E é aí que soa o alarme em toda e qualquer pessoa com o mínimo de noção da vida e de amor-próprio. Gente nasce, cresce e morre com livre arbítrio e não é (ou não deveria ser) propriedade de absolutamente ninguém. Todo mundo, quer esteja solteiro, ficando, namorando ou casado, tem o direito de ir e vir. E ficar é uma decisão que a gente toma todos os dias. Quando acorda sorrindo – ou chorando de emoção. Quando almoça com fome e sem preocupações – ou com a preocupação de fazer com que cada detalhe daquela viagem planejada com carinho dê certo. Quando deita na cama e dorme tranquilamente – ou troca o sono por uma boa noite de sexo ou aquelas conversas sobre a vida que se estendem até o sol raiar.

 

Porque construir um amor de verdade é como dar um laço. E laço é diferente de nó. Laço precisa de cuidado. Precisa de alguém pra aparar as pontas, pra cortar os fiapos, pra firmar o tecido. Precisa de companheirismo, de compreensão, de sinceridade. E no final de tudo, é bonito. Simples, mas bonito. Diferente do nó, aquele amarrão forte que a gente dá uma vez só que é pra prender de vez e não encher o saco. Não exigir preocupação. Não soltar, por mais que machuque os dedos e arrebente a linha.

 

Sem dúvida, é infinitamente mais fácil dar um nó. Mas eu prefiro cuidar do meu laço. Afinal, como já dizia vovó, contrariando a sabedoria duvidosa do Waze, nem sempre o melhor caminho é o mais curto.

 

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Receita para melhorar o humor

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Não te quero só para mim...

Não te quero só para mim e nem poderia,

quero-te para ti mesmo,

e para a tua própria vida,

quanto mais fores o que quiseres,

mais serás o que eu queria

 

Capa para telemóvel My baby love, disponível na loja online.

Aqui

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Julho que vou lutar pelos meus sonhos (capa para Facebook)

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Capa para facebook - Julho que vou lutar pelos meus sonhos
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Qual a previsão de tempo para hoje?

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Lavar a loiça VS reunião de condomínio

A vontade de ir à reunião de condomínio é tanta... Que me está é a apetecer ir lavar a loiça.

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As promessas

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Um dia

Para comemorar os 20.000 likes 

coisas vão acontecer muito em breve*...

 

Não vou contar,

mas posso dizer que rima com: 

vocês vão gostar / adorar / amar /

 

*não é hoje, mas está relacionado com esta imagem e o vosso nome...

 
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“Você não tem que ser bonita”

“Pode ser esquisito ouvir isso de uma pessoa que escreve sobre roupas legais (praticamente) todo dia, mas: Você Não Tem Que Ser Bonita. Ser bonita não é algo que você deva a ninguém. Não deve ao seu namorado, marido, companheiro, não deve aos seus colegas de trabalho e, sobretudo, não deve a desconhecidos na rua. Você não deve isso a sua mãe, aos seus filhos ou à civilização de modo geral. Beleza não é um aluguel que você paga por ocupar um espaço no mundo delimitado como ‘feminino’.

 

Não estamos dizendo aqui que você não POSSA ser bonita se quiser. (Em outras palavras, abdicar da beleza também não é algo que você deva ao feminismo). A beleza é uma coisa prazerosa, divertida, é algo que satisfaz e que faz as pessoas rirem, frequentemente de você. Mas, numa escala de importância, a beleza fica vários degraus abaixo da felicidade, muito abaixo da saúde e, se levada como uma penitência ou como uma obrigação, passa longe da independência e você vai ter que esfregar os olhos para enxergá-la em meio à neblina.

 

A beleza, essa é uma triste verdade, pode ter prazo de validade. Ela é tão apegada à juventude que uma hora (se tiver sorte) você terá de se formar na escolinha da beleza. Às vezes, como aconteceu com Diana Vreeland, você supera tanto a beleza que, antes que perceba, termina alcançando o estilo, ou quem sabe até um estilo único, marcante, pessoal. Mas você não vai chegar lá se seguir todas as placas que dizem ‘esse é o caminho da beleza’. Só se chega lá trilhando o caminho que a gente achar mais interessante (e que se danem os do contra que disserem: ‘mas isso não é BONITO!’).”

 

(Tradução de trecho de post do blog A Dress a Day indicado pra gente tempos atrás pela Flavia Stefani)

 

Texto e imagem retirados do site Oficina de Estilo

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E o desporto para hoje é

Limpar a casa...

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e Menti...

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Esta é a novidade, shiuuu, é segredo

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Girly Things para crianças

Só as madrinhas podem:

Abraçar como uma ____ mãe

Guardar segredos como uma ____ irmã

Dar conselhos como uma ____ amiga

Permitir travessuras como uma ____ avó

Amar-te sempre

 

Tamanho: 25 cm x 25 cm x 4,5 cm

35+portes de envio ( disponível na loja online)

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O meu segredo - Como faço os meus clientes lembrarem-se de mim

Depois de abrirem a caixa,

e as bolas se espalharem pelo sitio onde estão,

lembram-se muito de mim...

Digo eu.

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Temos que pedir o que queremos

Hoje de manhã quando fui beber café, a senhora que estava à minha frente pediu um garoto, apeteceu-me logo* pedir um assim mais adulto quando chegasse a minha vez, um garoto é muito novo para mim, não era para pedir o que queria?

 

*Imagino a cara de gozo com que fiquei, quando isto me veio à cabeça...

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Nunca, jamais diga o que sente

"Nunca, jamais diga o que sente.

Por mais que doa, por mais que te faça feliz.

Quando sentir algo muito forte, peça um drink"

 

Caio Fernando de Abreu

 
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Quadros para crianças

Como o prometido é de vidro:

Um quadro para quarto de criança.

- gosto de ti daqui até à lua -

 

medidas: 25x25x4,5 (moldura incluida)

35 + 6 portes

Encomenda pelo email girlythings.store@gmail.com

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A maravilhosa arte de fazer parecer que a nossa vida é espetacular

Realidade vs facebook

nem tudo o que parece é...

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Desculpa, vou pedir menos desculpas

Se repararem pedimos desculpas muitas vezes, sem nos apercebermos, por educação por reflexo ou porque sim, pedimos desculpas mais vezes do que devíamos.

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Minha querida (in)disciplina

Este texto não é meu, mas eu acho que é para mim...

 

O que nos vem à cabeça quando pensamos em disciplina? Será que pensamos em sacrifício, em limitação, em chatice? Ou pelo contrário, pensamos em liberdade e em amor?

Tendemos a pensar na disciplina como uma coisa antiquada que tira o gozo da vida. Que elimina a espontaneidade e a naturalidade de fazer as coisas como gostamos. Mas será que a disciplina pode ser uma libertação? Pode ser um um caminho para o amor?

 

Nascemos dotados de um coração maravilhoso, mas cheio de volatilidades. Tanto temos rasgos de inspiração que nos aproximam do que queremos, como ao mesmo tempo temos distracções que nos empatam. Ora o que a disciplina faz é libertar desta volatilidade. Ela faz-nos chegar onde queremos, sem nos perdermos no que não queremos. A disciplina desperta uma espontaneidade orientada e consistente, não ficando apenas por alguns laivos de entusiasmo.

 

Contudo, continuamos a agir com uma certa ingenuidade, porque achamos que podemos sempre confiar em nós. Quando na realidade não podemos.

Se por exemplo decidimos ir fazer exercício todos os dias de manhã, não seria inteligente deixar que o eu das 7 da manhã – sonolento, com remelas e envolto em lençóis – faça o que lhe apetece. Ele tem que se levantar e ir correr. Ele não pode decidir.

Quem decide é o eu da véspera, bem acordado e livre.

 

A disciplina não funciona em vaipes. Funciona ao ser constante nas coisas em que queremos ser constantes. Funciona quando somos capazes de adiar a gratificação. Quando somos guardiões de nós mesmos.

 

Acontece que ela é especialmente necessária, porque qualquer coisa que queiramos da vida – quer seja ter um bom trabalho, dar a volta ao mundo, ter uma relação feliz, viver uma vida saudável – vai exigir uma dose tremenda de disciplina.

 

Gostar de um bebé fofo é natural. Agora acordar todas as noites quando o fedelho está a chorar…

Trabalhar quando estamos inspirados é óptimo. Agora estar ali a malhar mesmo quando não apetece…

Ter um rasgo de altruísmo acontece. Agora ser generoso diariamente com quem queremos…

 

Contudo, para a disciplina acontecer, ela tem que ser querida.

Querida, porque tem que ser amável e carinhosa.

Não dá para impor regras estóicas à nossa vida e depois esperar que por milagre vamos cumprindo o que definimos. Temos que nos ir educando gradualmente, com miminhos e humor. Com pequenas rotinas, hábitos subtis e pormenores de fidelidade.

 

Querida, porque tem que se querer.

Tem que ser algo que se escolhe. Que decidimos livremente fazer. Se for uma imposição exterior, torna-se limitadora e aborrecida. Se for uma escolha livre, uma adesão a um objectivo maior de vida, então aí abre um caminho para a liberdade.

 

Curiosamente só é capaz da disciplina quem tem amor próprio. Porque a disciplina é um acto de amor. É ser capaz de sacrificar o egoísmo para servir alguma coisa melhor. Sem disciplina, fica-se apenas pelos sentimentos e intenções. A disciplina concretiza em milhares de pequenas acções o amor que procuramos e o amor que desejamos.

 

Ao viver assim a disciplina – dia a dia, mês a mês, ano a ano – acabamos por tornar natural o que ao início não o era. O que era uma limitação torna-se uma oportunidade. O que era um sacrifício, torna-se uma libertação. O que era uma coisa chata… bem, o que era uma coisa chata, torna-se uma coisa querida. Muito querida.

 

Texto retirado do site www.inesperado.org

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O meu maior orgulho é ser filha da mãe

- O meu maior orgulho é ser filha da mãe -

em breve em girly-things.com

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Bateram à porta

O verão está à porta, 

acho que ele tocou à campainha e nós esquecemos-nos de abrir.

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A vida é meio mágica

Porque aprendi que a vida apesar de bruta é meio mágica.

Dá sempre para tirar um coelho da cartola.

E lá vou eu.

Nas minhas tentativas,

às vezes meio cegas,

às vezes meio burras,

tentar acertar os passos ,

sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo.

 

Caio Fernando Abreu

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Hoje estamos no instagram Dias com Mafalda

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O dia em que tive uma ideia brilhante

Some things in life are bad

They can really make you mad

Other things just make you swear and curse.

When you're chewing on life's gristle

Don't grumble, give a whistle

And this'll help things turn out for the best...

 

And...always look on the bright side of life... 

Always look on the light side of life...

 

O dia em que tive uma ideia brilhante, foi o dia em que decidi colocar luz no interior de um quadro, e esta era a frase perfeita, Always look on the light side of life...

Podem ver como fica no video que fiz.

 

Não estou nada inspirada para escrever, nota-se muito? Eu gosto mesmo é de imagens

Na loja:

http://www.girly-things.com/always-look-on-the-bright-side-of-life/#cc-m-product-8426820198

 

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Apalpar terreno

Esta coisa de ter:

1 facebook,

1 instagram,

1 loja,

e 1 blog,

 

é uma coisa nova para mim e ando a apalpar terreno, espero que não desgostem de ser "apalpados", porque o terreno são vocês.

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Não desiste não

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Como os piores momentos na nossa vida, nos transformam em quem somos

Como os piores momentos na nossa vida, nos transformam em quem somos.

 

Foi deste vídeo que retirei a frase " se acabarmos com os dragões, acabamos com os heróis ", adoro e cada vez que o vejo deixo cair uma lágrima, no fim quando ele conta a história do discurso do filho no dia do seu aniversário.

 

 

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Vai em frente, se der medo, vai com medo

Vai em frente, se der medo, vai com medo
Vai em frente, se der medo, vai com medo

Depois de muito pensar (coisa que não me leva a lado nehum), escolhi esta imagem para começar o blog

 

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Tu não és especial

Adoro este texto, por tantas razões...

Apesar dos miminhos que recebeste dos teus pais, apesar de teres amigos que se riem das tuas piadas e apesar de já teres passado por muita coisa… não caias em ilusões: tu não és especial.
Não és especial porque andaste naquela universidade ou tens aquele trabalho. Não és especial porque tens boa aparência ou porque há alguém que gosta de ti.

És apenas mais um em 7 biliões, por isso escusas de andar por aí como se o mundo te devesse alguma coisa. Essa cara de vinagre fica-te mal, e esse ar só estraga o ânimo à malta. A sociedade não te deve um trabalho, a família não te deve uma casa e os teus amigos não te devem atenção. Nada disso: o mundo não te deve nada, és tu que deves muito ao mundo.

Deves ao mundo o teu tempo, energia e inteligência. A tua melhor intenção e o teu melhor empenho.
Trabalhar porque acreditas que o teu trabalho é importante, não porque tens um estatuto a manter. Estudar pelo entusiasmo de aprender e não apenas para passar nos exames. Namorar porque adoras a pessoa que está contigo, não porque não aguentas estar sozinho. Viajar porque queres viajar, não para teres fotografias para mostrar. Cuidar bem dos outros porque queres o bem deles, não para provares que és bonzinho.

Podes tentar fugir disto, claro. Podes ficar escondido atrás das cortinas e lamentar-te de todas as dificuldades que tens pela frente. Podes ficar à espera que alguma coisa te venha salvar…mas no fim tens apenas que decidir uma coisa: o que vais fazer com cada hora do teu dia?
O que raio vais fazer da tua vida?

O mundo precisa de ti. E tu precisas de viver o melhor que tens.
A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial.

O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesarde cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor…então é porque te tornaste em alguém especial.

Texto retirado daqui:

http://inesperado.org/2013/12/17/tu-nao-es-especial/

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Criámos um novo estilo de vídeo, a parvografia.

A Girly Things (eu Cristina) e a La Dolce Rita (ela a Rita) decidimos criar um canal de youtube onde vamos dar asas à nossa parvoice (ai desculpem, vamos dar asas à nossa imaginação) com videos de receitas aptos para gulosos.

 

https://www.youtube.com/channel/UCNGhBUWraP0j6qUPGWT2n5Q

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